terça-feira, 30 de novembro de 2021

IBGE: Pernambuco tem maior taxa de desemprego no país


No terceiro trimestre, a taxa de desemprego caiu para 12,6% no país, com recuou em 20 das 27 unidades da federação, na comparação com o 2º trimestre, segundo os dados divulgados nesta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As maiores taxas foram em Pernambuco (19,3%), Bahia (18,7%), Amapá (17,5%), Alagoas (17,1%) e Sergipe (17,0%) e as menores, em Santa Catarina (5,3%), Mato Grosso (6,6%), Mato Grosso do Sul (7,6%), Rondônia (7,8%) e Paraná (8,0%).

Veja abaixo a taxa por unidade da federação:

  1. 1 - Pernambuco: 19,3%
  2. 2 - Bahia: 18,7%
  3. 3 - Amapá: 17,5%
  4. 4 - Alagoas: 17,1%
  5. 5 - Sergipe: 17%
  6. 6 - Rio de Janeiro: 15,9%
  7. 7 - Maranhão: 15%
  8. 8- Rio Grande do Norte: 14,7%
  9. 9 - Paraíba: 14,5%
  10. 10 - Distrito Federal: 14,5%
  11. 11 - Acre: 13,8%
  12. 12 - São Paulo: 13,4%
  13. 13 - Amazonas: 13,4%
  14. 14 - Ceará:12,4%
  15. 15 - Pará: 11,9%
  16. 16 - Piauí: 11,9%
  17. 17 - Tocantins: 10,8%
  18. 18 - Minas Gerais: 10,7%
  19. 19 - Roraima: 10,6%
  20. 20 - Espírito Santo: 10%
  21. 21 - Goiás: 10%
  22. 22 - Rio Grande do Sul: 8,4%
  23. 23 - Paraná: 8%
  24. 24 - Rondônia: 7,8%
  25. 25 - Mato Grosso do Sul: 7,6%
  26. 26 - Mato Grosso: 6,6%
  27. 27 - Santa Catarina: 5,3%

  28. A taxa de desocupação do Sudeste passou de 14,6%, no segundo trimestre, para 13,1%. Já no Nordeste, foi de 18,3% para 16,4%.

  29. O menor índice de desemprego foi registrada no Sul (7,5%). Nas regiões Norte e Centro-Oeste, as taxas foram de 12% e 9,8%, respectivamente. 

  30. Desemprego atinge mais mulheres e pretos

  31. A taxa de desemprego foi de 10,1% para os homens e 15,9% para as mulheres, e ficou abaixo da média para brancos (10,3%) e acima desta para pretos (15,8%) e pardos (14,2%).

  32. Na população fora da força de trabalho, os pardos representavam 46,8%, seguidos pelos brancos (43,1%) e pelos pretos (8,9%). Na comparação com o segundo trimestre, essa participação dos pardos diminuiu e a dos brancos e pretos aumentou.

  33. Apesar da queda do desemprego no 3º trimestre, o rendimento real dos brasileiros encolheu e aumentou o número de trabalhadores subocupados e informais. Já o contingente de trabalhadores por conta própria atingiu número recorde.

  34. Veja outros destaques regionais da pesquisa:

Maranhão (17,6%) e Alagoas (15,1%) registram os maiores percentuais de desalentados (pessoas que desistiram de buscar trabalho) e Santa Catarina (0,7%), Mato Grosso (1,2%) e Rio Grande do Sul (1,4%), os menores;

Os maiores percentuais de empregados com carteira de trabalho assinada estão em Santa Catarina (89,2%), Rio Grande do Sul (82,9%), São Paulo (81,8%) e Paraná (80,9%) e os menores, no Maranhão (49,6%), Pará (52,0%), Sergipe (52,8%) e Piauí (54,0%);

Amapá (38,2%), Amazonas (36,4%) e Pará (36,1%) têm as maiores parcelas de população ocupada trabalhando por conta própria e Distrito Federal (21,5%), São Paulo (23,4%) e Mato Grosso do Sul (24,2%), os menores;

As maiores taxas de informalidade foram no Pará (62,2%), Amazonas (59,6%) e Maranhão (59,3%) e as menores, em Santa Catarina (26,6%), São Paulo (30,6%) e Distrito Federal (31,8%).

Foto: reprodução / CNN.
Do G1-PE.