segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

TRÊS PERNAMBUCANOS: Câmara tem 17 pré-candidatos à Presidência e Senado, oito


A
Câmara conta atualmente com 17 pré-candidatos à presidência da Casa. No Senado, são oito. Os pernambucanos Luciano Bivar(PSL) e Fernando Filho(Dem) estão na lista dos possíveis candidatos à Câmara dos Deputados, enquanto Fernando Bezerra Coelho tem o nome cotado para presidir o Senado.

Já foram ventilados para concorrer ao comando da Câmara: Arthur Lira, do PP de Alagoas, Aguinaldo Ribeiro, do PP da Paraíba, Baleia Rossi, do MDB de São Paulo, Capitão Augusto, do PL de São Paulo, Fábio Ramalho, do MDB de Minas Gerais, Marcos Pereira, do Republicanos de São Paulo, Marcelo Ramos, do PL, Marcelo Freixo, do PSOL do Rio de Janeiro, Gleisi Hoffmann, do PT do Paraná, Carlos Zaratini, do PT de São Paulo, Luciano Bivar, do PSL de Pernambuco, Alessandro Molon, do PSB do Rio de Janeiro, Elmar Nascimento, do DEM da Bahia, Soraya Santos, do PL do Rio de Janeiro, e Fernando Coelho Filho, do Dem de Pernambuco.

Também são mencionados os nomes dos ministros Fábio Faria, do PSD do Rio Grande do Norte, e Tereza Cristina, do DEM do Mato Grosso do Sul, licenciados de seus mandatos como deputados, mas que poderiam retornar para participar da disputa.

Já o Senado tem Eduardo Gomes, do MDB de Tocantins, Eduardo Braga, do MDB do Amazonas, Simone Tebet, do MDB do Mato Grosso do Sul, Major Olimpio, do PSL de São Paulo, Jorge Kajuru, do Solidariedade de Goiás, Fernando Bezerra, do MDB de Pernambuco, Alvaro Dias, do Podemos do Paraná, e Antonio Anastasia, do PSD de Minas Gerais.

'OS MAIA' - Aliados do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), articulam a formalização de um bloco partidário de MDB, DEM, PSDB, PV e Cidadania para a eleição do comando da Casa, em fevereiro. As legendas reúnem 106 deputados.

O grupo espera ainda atrair o Republicanos(32) e parte do PSL. No PSL, dos 41 deputados da legenda, espera-se o apoio de cerca de 20, mais ligados ao atual presidente da Câmara. Caso essas legendas aceitem o convite, o total de deputados subiria para 158. São necessários 257 do total de 513 para eleger, em primeiro turno, quem comandará a Câmara pelos próximos dois anos.

ESQUERDA - Uma vez constituído o grupo, o objetivo será atrair a esquerda (PT, PSB, PDT, PC do B e PSOL), que reúne 132 deputados.

Se atraírem a esquerda na sua totalidade —o que é difícil ocorrer já que há defecções também dentro das legendas da oposição—, os articuladores do bloco terão apoio de 290 parlamentares, mais do que suficiente para eleger o próximo presidente. Nesse cenário, mal haveria disputa na Câmara.

NÚCLEO DURO - A ideia é que o grupo formado pelo MDB, DEM, PSDB, PV e Cidadania já busque um consenso até o fim do ano. Assim, a campanha em janeiro se concentraria em um candidato, e não em uma ala para tentar derrotar os aliados do governo.

OPOSIÇÃO - Já Arthur Lira (AL), líder do PP e principal adversário do grupo de Maia, teria hoje no seu entorno cerca de 150 deputados. Formam o grupo de apoio a Lira o PL, Solidariedade, Avante, PSD, Patriota e PSC. 

De O Globo e Folha de São Paulo (editado).