terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Chanceler Alemã, Angela Merkel, é escolhida a mulher mais poderosa do mundo pela 10ª vez

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, foi escolhida pela 10º vez consecutiva como a mulher mais poderosa do mundo. A lista com 100 mulheres foi divulgada pela revista Forbes, nesta 3ª feira (8.dez.2020).

A presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, em 2º lugar; e a vice-presidente eleita dos EUA, em 3º, completam o pódio. A lista também tem a presença de uma brasileira, a diretora financeira da Petrobras, Andrea Marques de Almeida, que ficou em 77º lugar.

A 17ª lista anual da Forbes com as “100 Mulheres Mais Poderosas do Mundo” conta com mulheres de 30 países. Entre elas estão chefes de estados, CEOs e celebridades.

Merkel já apareceu na lista 15 vezes, mas em 5 não ocupou a 1ª posição. Ela foi eleita chanceler pela 1ª vez em 2005 e, atualmente, está no 4º mandato.

A líder do Banco Europeu, Christine Lagarde ficou em 2º lugar na lista pela 2ª vez. Ela é francesa, e de 2011 a 2019 ocupou o cargo de diretora do Fundo Monetário Internacional.

Estreante na lista, Kamala Harris, na 3ª posição, será a 1ª mulher a ocupar o posto de vice-presidente dos Estados Unidos. Senadora pelo Estado da Califórnia, ela também já foi procuradora-geral de Estado. Mulher negra, filha de imigrantes e com ascendência asiática, Kamala já afirmou que vai trabalhar para erradicar o racismo sistêmico nos Estados Unidos. 

BRASILEIRA NA LISTAPelo 2º ano consecutivo, Andrea Marques de Almeida ocupa a 77ª posição e é a única brasileira na lista da Forbes. Diretora da Petrobras desde março de 2019, ela é engenheira de produção e atuou na Vale por 25 anos, onde passou pela área de finanças, tesouraria e gerenciamento de risco. 

Andrea Marques de Almeida é diretora executiva de Finanças e Relacionamento com Investidores da Petrobras,

Formada em Engenharia de Produção, com MBA em Finanças pelo IBMEC-RJ e MBA em gestão pela USP, a executiva atuou por 25 anos na Vale S.A. antes de assumir o cargo de CFO na Petrobras. 

A brasileira assumiu o cargo afim de recuperar a reputação da companhia, combalida por escândalos de corrupção revelados pela operação Lava Jato. Ela é uma das responsáveis pelo programa de desinvestimentos da companhia, que tem como objetivo poupar entre 20 a 30 bilhões de dólares na companhia nos próximos cinco anos. 

Confira a Lista Completa da Forbes. 

Do Poder 360 e Veja.