terça-feira, 17 de maio de 2016

Sargento reformado da PM morre após reagir a assalto no Recife

Vítima, de 54 anos, foi abordada por quatro homens no bairro do Barro.
Um dos assaltantes foi baleado e está internado no Hospital da Restauração sob custódia da polícia.


Um sargento reformado da Polícia Militar morreu após reagir a um assalto no bairro do Barro, Zona Oeste do Recife, na noite de segunda-feira (16). Um dos assaltantes foi baleado e está sob custódia no Hospital da Restauração, no bairro do Derby, área central do Recife. Três estão foragidos.

Por volta das 22h40, a vítima, que tinha 54 anos, voltava da igreja que frequentava, com a mulher e o neto, quando foi abordada por quatro homens armados na Rua Theodoro Selva. Eles tinham acabado de assaltar convidados de uma festa que acontecia nas proximidades. O policial reagiu disparando tiros contra os bandidos, que atiraram de volta.

"Neste momento, tudo indica que o policial estava armado, com a arma debaixo do banco e teria pedido ao bandido que aguardasse para que colocasse a sandália. Ele teria pego sua arma, uma pistola ponto 40, desceu do carro e aí houve a troca de tiros", conta o delegado Ricardo Silveira, que fez o registro da ocorrência.

Ainda segundo o delegado, os criminosos utlizaram um carro roubado para praticar o crime. "Os quatro homens ocupavam um veículo Siena, que, mais tarde, foi localizado como um veículo roubado, estavam usando um veículo de placa clonada pertencente a um outro Siena", afirmou.

Segundo a Polícia Militar, o sargento foi atingido por um tiro e encaminhado ao Hospital da Restauração, mas não resistiu aos ferimentos. O enterro está marcado para as 16h, no Memorial Guararapes, em Jaboatão, Região Metropolitana do Recife.

Um assaltante também ficou ferido e foi socorrido pela polícia. Inicialmente, foi levado para o Hospital Otávio de Freitas, no bairro do Sancho, mas depois foi transferido para o Hospital da Restauração. De acordo com a assessoria de comunicação da unidade de saúde, ele passou por cirurgia e o estado de saúde é grave. O caso vai ser investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).


Fonte: G1.